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	<title>Ação e Superação</title>
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		<title>Como Melhor Enxergar a Vida</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2015 00:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitudes Positivas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Esta história é um exemplo de Gente de Atitude. De gente que pensa a vida de forma positiva e sem acomodação. Estamos falando de Josiane Santos Dias, a Josy, que ficou conhecida nas redes sociais como a mãe do Miguel. Josy, seu marido Paulo Fernando e o filho Miguel, residem em Juiz de Fora,]]></description>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Esta história é um exemplo de Gente de Atitude. De gente que pensa a vida de forma positiva e sem acomodação.</p>
<p>Estamos falando de Josiane Santos Dias, a Josy, que ficou conhecida nas redes sociais como a mãe do Miguel.</p>
<p>Josy, seu marido Paulo Fernando e o filho Miguel, residem em Juiz de Fora, Minas Gerais.</p>
<p>Josy conta que a gestação do Miguel foi tranquila, tudo dentro da mais absoluta normalidade no pré-natal e o parto correu dentro da normalidade.</p>
<p>Com aproximadamente 15 dias de vida o Miguel passou por consulta médica de acompanhamento e através do exame do olho vermelho foi detectada uma deficiência visual.</p>
<p>O Miguel nasceu sem o sentido da visão.</p>
<p>Diversos exames posteriores ao longo do primeiro ano de vida foram feitos, os pais avaliaram, inclusive, a possibilidade de cirurgia. Porém, o resultado previa enxergar apenas alguma luminosidade, sem nada definido e com resultado temporário.</p>
<p>Diante desse quadro a decisão dos pais foi a de não submeter o Miguel a essa situação, porque julgaram que o resultado sendo temporário, estariam tirando dele algo que ele nunca teve.<br />
Aí começa o exemplo de Atitude Positiva! Josy decidiu criar o Miguel como se ele enxergasse.</p>
<p>Em seu dia-a-dia com o Miguel, passou a desenvolver nele todas as habilidades possíveis, principalmente a identificação pelo tato e sem a chamada “superproteção” que é muito comum no trato com crianças dessa idade.</p>
<p>Em determinado dia, em uma atitude de motivar a independência do Miguel, Josy solicita a ele para ir até a casa da Avó que mora no andar de cima, buscar uma panela. Gravou todo o percurso sem que o Miguel soubesse que ela estava por perto.</p>
<p>Com isso, ela estava ensinando o Miguel a ter mais confiança no desenvolvimento de seus sentidos.</p>
<p>Com esse precioso resultado em mãos, Josy resolveu divulgar o vídeo nas redes sociais com o objetivo de conhecer outras famílias que enfrentam o mesmo tipo de situação e trocar informações e experiências.</p>
<p>E foi assim que Josy emocionou muita gente e nos ensinou como melhor enxergar a vida e ficou conhecida como a mãe do Miguel.</p>
<p>Assista e emocione-se.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Texto: Oduvaldo Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Saúde &#8211; Vantagens do Parto Normal</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jan 2015 18:37:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde e Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; O Projeto Ação e Superação, dentro de seus objetivos de informar e divulgar ações positivas, reproduz aqui material de divulgação do Ministério da Saúde sobre a importância do parto normal. A campanha é muita esclarecedora e faz com que as futuras mamães avaliem as vantagens do parto normal em relação à cesariana. Parto normal]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="video-wrapper"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/CbMEoQspXPE" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>O Projeto Ação e Superação, dentro de seus objetivos de informar e divulgar ações positivas, reproduz aqui material de divulgação do Ministério da Saúde sobre a importância do parto normal. A campanha é muita esclarecedora e faz com que as futuras mamães avaliem as vantagens do parto normal em relação à cesariana.</em></p>
<h3></h3>
<h3><strong>Parto normal fortalece a saúde do bebê</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O nascimento de um filho é certamente uma das etapas mais especiais da vida de uma mulher. É o momento em que ela e a família direcionam todos os seus esforços para que tudo corra bem com a mãe e com o bebê. Logo, o parto é um momento decisivo para a construção de um vínculo duradouro.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), dar à luz a um bebê é um ato natural. De acordo com a organização, se tudo estiver bem com mãe e com a criança, o parto é um processo fisiológico que requer pouca intervenção médica. A cesárea – cirurgia de média porte – é recomendada em casos de complicações reais para a mulher e para o bebê e necessita, portanto, de indicação médica. Conforme a OMS, o índice aceitável de cesarianas fica em torno de 15%.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, atualmente, 55% dos partos realizados no Brasil são cesarianas. O índice – que é de 40% no SUS – chega a 84% na rede privada. Para reduzir esses números, o Ministério da Saúde e a ANS anunciaram, em janeiro de 2015, uma série de medidas para estimular a realização de partos normais e reduzir o alto índice de cesáreas desnecessárias no País.</p>
<p><a href="http://www.acaoesuperacao.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Andreia-Barroca-Dentista.jpg"><img class="alignleft wp-image-492 size-medium" src="http://www.acaoesuperacao.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Andreia-Barroca-Dentista-300x168.jpg" alt="Andreia Barroca - Dentista" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para a dentista Andreia Barroca (33), que passou pelos dois tipos de parto – cesariana na primeira gravidez e parto normal na segunda gestação – não existe comparação entre os dois procedimentos. Segundo ela, são inúmeras as vantagens do parto normal para a mãe e para o bebê, tanto física quanto emocionalmente. Andreia é mãe de Lucca (5) e de Cauã, de um mês.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, Andreia, que em sua segunda gravidez fez um parto humanizado, destaca que o parto natural estimula fortemente o vínculo entre mãe e bebê.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>“A experiência que a gente teve com o parto normal e humanizado foi maravilhosa. O meu filho nasceu e veio direto para o meu colo. Ele ficou em contato, pele a pele comigo de uns 30 a 40 minutos. Só então ele foi levado para fazer os exames. Ele nasceu bem, porque ele nasceu na hora dele. O próprio semblante de bebê que nasce de parto humanizado é diferente, porque ele é respeitado”</em>, afirmou.</p>
<p><a href="http://www.acaoesuperacao.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Renata-Reis-Obstetra.jpg"><img class="alignright wp-image-495 size-medium" src="http://www.acaoesuperacao.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Renata-Reis-Obstetra-300x168.jpg" alt="Renata Reis - Obstetra" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a obstetra Renata Reis, a cesariana é uma cirurgia extraordinária que sempre salvou muitas vidas. Entretanto, a profissional alerta que é fundamental o procedimento ser realizado de maneira necessária. De acordo com a médica, uma cesariana marcada representa uma chance três vezes maior de morte tanto para a mãe quando para o bebê. Além disso, há maiores chances de hemorragia, infecção, trombose, além dos riscos relacionados à anestesia.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a criança, a principal consequência é a prematuridade e a imaturidade pulmonar. De acordo com dados do Ministério da Saúde, as cesáreas agendadas também aumentam em 120 vezes a probabilidade de problemas respiratórios para o recém-nascido e se trata da principal causa do encaminhamento de bebês para UTIs neo-natais.</p>
<p style="text-align: justify;">Renata também enfatiza que a única prova existente que um bebê está pronto para o nascimento é o trabalho de parto. <em>“Realizar uma cesariana marcada, ainda que seja em uma idade gestacional mais avançada, com 39 ou 40 semanas, não significa que o bebê está pronto para nascer. Talvez aquele bebê precisasse de mais tempo para estar completamente maduro. Quando não ocorre o trabalho de parto, o bebê não tem o seu tempo respeitado”</em>, alerta.</p>
<p style="text-align: justify;">A médica ainda destaca que o contato do bebê com as bactérias e os micro-organismos existentes no canal vaginal estimula o sistema imunológico do recém-nascido, fazendo com que o parto normal seja responsável por evitar doenças futuras como asma, obesidade e doenças autoimunes. Segundo Renata, o trabalho de parto é uma experiência fortalecedora da saúde da criança.</p>
<p style="text-align: justify;">É o que também argumenta a mãe de Lucca e Cauã. Para Andreia, depois que a mulher tem acesso real à informação é muito difícil que ela escolha uma cesárea agendada. <em>“No meu segundo parto, eu fui atrás do empoderamento, da informação, para que bem informada eu pudesse fazer a melhor escolha. Eu acho que uma mulher que tem acesso de fato à informação vai querer, pelo menos, entrar em trabalho de parto”</em>, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela fala do medo que muitas mulheres alimentam em relação ao parto normal: <em>“O parto natural é trabalhoso, é cansativo, mas a recuperação é maravilhosa. É evidente que o parto normal dói, mas não é uma dor de sofrimento, é uma dor que tem como objetivo trazer o seu filho bem ao mundo. A gente tem que estar preparada. O melhor remédio para a ansiedade é a informação”</em>, defende.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Cultura</strong></h3>
<p><a href="http://www.acaoesuperacao.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Esther-Vilela-Coord-saude-Mulher-do-MS.jpg"><img class="wp-image-494 size-medium alignleft" src="http://www.acaoesuperacao.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Esther-Vilela-Coord-saude-Mulher-do-MS-300x168.jpg" alt="Esther Vilela Coord saude Mulher do MS" width="300" height="168" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Para a coordenadora da Saúde da Mulher do Ministério da Saúde, Esther Vilela, a reversão do número de cesáreas agendadas no Brasil passa por uma mudança cultural e comportamental no processo de atenção ao parto.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo ela, os altos índices de cesáreas agendadas no País são resultado de fatores como a comodidade, em virtude da compatibilização de agendas entre mães e médicos, a relativa praticidade do procedimento cirúrgico – que não dura mais de duas horas – além do receio que muitas mulheres cultivam em relação ao parto normal.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que, de acordo com a coordenadora, o Ministério da Saúde tem investido, nos últimos anos, para instituir uma mudança no modelo de atenção ao parto de modo a melhorar e qualificar a assistência obstétrica e neonatal no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse sentido, ela destaca a importância da presença das enfermeiras obstétricas ou obstetrizes na atenção às mulheres em partos de baixo risco, a reformulação dos centros de parto normal em ambientes mais acolhedores para as gestantes, além do respeito à privacidade e à liberdade da mulher no momento do parto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Medidas</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">Uma das medidas anunciadas recentemente pelo Ministério da Saúde prevê que as usuárias de planos de saúde tenham direito à informação sobre o percentual de partos normais e cesáreas realizados por médico, hospital e por operadora. Os planos de saúde terão prazo máximo de 15 dias para prestar as informações.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Esther Vilela, essa é uma medida fundamental para um processo de transparência e empoderamento das mulheres em relação ao parto e ao nascimento. <em>“A partir de agora elas vão poder saber melhor o que estão contratando”</em>, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, os planos de saúde precisarão fornecer às mulheres o cartão da gestante; um registro de todo o pré-natal. De posse desse cartão, qualquer profissional de saúde tem conhecimento sobre a gestação daquela mulher, facilitando o atendimento quando ela entrar em trabalho de parto.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra novidade é que os médicos e hospitais precisarão apresentar às operadoras de planos de saúde o chamado partograma; registro gráfico da evolução do trabalho de parto. O objetivo da medida é reduzir as cesarianas agendadas e ocorridas sem as mulheres entrarem em trabalho de parto. O documento será considerado parte integrante do processo para pagamento do parto.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com a obstetra Renata Reis, é por meio desse registro gráfico que o profissional consegue avaliar se aquele trabalho de parto evolui de maneira satisfatória. <em>“Se não existir trabalho de parto, evidentemente não há partograma”</em>, destaca.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Humanizaç</strong><strong>ão </strong></h3>
<p><a href="http://www.acaoesuperacao.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Carmen-Palet-Doula.jpg"><img class="wp-image-493 size-medium alignright" src="http://www.acaoesuperacao.com.br/wp-content/uploads/2015/01/Carmen-Palet-Doula-300x168.jpg" alt="Carmen Palet - Doula" width="300" height="168" /></a> Para a educadora física, Carmen Palet, que trabalha como doula há 12 anos, o parto é um processo tão natural como a concepção, a gestação e a amamentação. Nesse sentido, Carmen esclarece a diferença entre a função da doula e da parteira em um parto natural. Segundo ela, o papel é prover a mulher de conforto e de apoio físico e psicológico, enquanto a técnica e o trabalho clínico ficam por conta da enfermeira, do médico ou da parteira. Nesse processo, ela destaca a criação de um vínculo de confiança entre a mãe e a doula consolidado antes, durante e depois do nascimento do bebê como o primeiro passo para o sucesso de um parto humanizado. Ela ainda relata que nestes casos, as crianças são acolhidas de forma tranquila e respeitosa, que em muitos casos, sequer choram. Sobre o receio das mulheres em relação às dores do parto, Carmen enfatiza que há várias técnicas não farmacológicas para alívio da dor, como massagens, água quente e mudanças de posições. Além disso, ela destaca que há sempre um plano B para casos de complicações, que são sempre detectadas precocemente. <em>“Quando uma mulher consegue vivenciar seu próprio parto ela geralmente se sente muito completa e realizada. Dificilmente elas se arrependem. As coisas valorosas e importantes na vida não vêm de forma fácil. O filho, por ser uma conquista muito especial, vem dentro de um movimento de empenho e dedicação, onde o amor e a entrega dessa mulher só constrói e fortalece o vínculo entre mãe e filho”</em>, conclui.<br />
Compilação da Materia: Oduvaldo Silva</p>
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		<title>Não Julgue o Livro pela sua Capa</title>
		<link>https://www.acaoesuperacao.com.br/nao-julgue-o-livro-pela-sua-capa/</link>
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		<pubDate>Tue, 02 Dec 2014 23:37:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Faça a Diferença]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Assim como não devemos julgar a qualidade do conteúdo de um livro pela sua capa, não devemos julgar as pessoas pela aparência, certo? O Vídeo que incluímos aqui é produto de uma campanha da ONG francesa Détournage, com o objetivo de alertar o porquê não devemos julgar as pessoas apenas pela sua aparência sem]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="video-wrapper"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/lRx-_biKAaw" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assim como não devemos julgar a qualidade do conteúdo de um livro pela sua capa, não devemos julgar as pessoas pela aparência, certo?</p>
<p>O Vídeo que incluímos aqui é produto de uma campanha da ONG francesa Détournage, com o objetivo de alertar o porquê não devemos julgar as pessoas apenas pela sua aparência sem ao menos conhecer a sua verdadeira essência.</p>
<p>Vamos tratar desse assunto muitas e muitas vezes e de várias formas, mostrando exemplos de avaliações erradas e suas consequências. Até porque na verdade estamos tratando também de preconceito.</p>
<p>Sim preconceito! Um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória.</p>
<p>Pré, aquilo que vem antes. Conceito, ideia ou opinião sobre algo.</p>
<p>Quem já sofreu algum tipo de discriminação sabe disso!</p>
<p>Casos de preconceito seja pela cor da pele, posição social, aparência física ou até pela maneira como a pessoa se veste não são raros. Acontecem frequentemente.</p>
<p>Julgar pela aparência é fazer uma avaliação inicial rápida e quase sempre visual, sem qualquer embasamento sobre o caráter, inteligência, sociabilidade, afinidade e cultura, podendo resultar em um grande equívoco e até aborrecimento.</p>
<p>Em uma comparação bem simplista, deveríamos julgar as pessoas como os cegos. Sim, como os cegos!</p>
<p>Os cegos dependem da convivência próxima para poderem emitir sua opinião sobre alguém. Apenas o conteúdo é que vale, concorda?</p>
<p>É certo que os tempos foram passando e acumularam as mais diversas formas depreciativas para que essa situação existisse hoje e fizesse parte da cultura e comportamento.</p>
<p>Ações de extremistas ocorridas no mundo, como o terrorismo por exemplo, foram responsáveis por preconceitos sobre o povo árabe. Um equívoco lamentável para a humanidade que demonstramos neste vídeo.</p>
<p><strong>Vamos fazer a diferença, vamos dar exemplos de combate ao preconceito, seja ele qual for.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisa/Texto: Oduvaldo Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Doação de Órgãos &#8211; Campanha &#8220;#1SALVA8&#8243;</title>
		<link>https://www.acaoesuperacao.com.br/doacao-de-orgaos-campanha-1salva8/</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Nov 2014 17:37:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[  Uma campanha que visa conscientizar a população do nosso país sobre a importância da doação de órgãos foi elaborada pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre. Com o título “#1salva8”, a campanha iniciada em 2013, mostra que um único doador pode salvar até oito pessoas de uma fila de aproximadamente 28 mil pacientes]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="video-wrapper"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/xb78E435z28" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Uma campanha que visa conscientizar a população do nosso país sobre a importância da doação de órgãos foi elaborada pela Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Com o título “#1salva8”, a campanha iniciada em 2013, mostra que um único doador pode salvar até oito pessoas de uma fila de aproximadamente 28 mil pacientes que aguardam por um órgão no Brasil.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">O passo principal para você se tornar um doador é conversar com a sua família e deixar bem claro o seu desejo. Não é necessário deixar nada por escrito. Porém, os familiares devem se comprometer a autorizar a doação por escrito após a morte.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A doação de órgãos é um ato pelo qual você manifesta a vontade de que, a partir do momento da constatação da morte encefálica, uma ou mais partes do seu corpo (órgãos ou tecidos), em condições de serem aproveitadas para transplante, possam ajudar outras pessoas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">A morte encefálica é a morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funções vitais como o controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">Todo o processo pode ser acompanhado por um médico de confiança da família do doador. É fundamental que os órgãos sejam aproveitados para a doação enquanto ainda há circulação sanguínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente. Mas se o coração parar, só poderão ser doadas as córneas.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">. Seus pulmões podem salvar duas vidas;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">. Seu fígado pode ser bipartido e salvar duas vidas;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">. Seus rins podem salvar duas vidas;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">. Seu pâncreas pode salvar uma vida;</span></p>
<p><span style="color: #000000;">. Suas córneas, pela e ossos podem recuperar deficiências.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">De acordo com o coordenador geral do Sistema Nacional de Transplantes, Fausto Pereira, informações mais atualizadas (setembro de 2014), mostram que entre 2008 e 2013, o número de pessoas na lista de espera teve redução de 42%, passando de 64.774 para 37.736. Parcerias com empresas aéreas e conscientização das famílias ajudaram na redução da espera por um órgão.</span></p>
<p><span style="color: #000000;">&#8220;A gente ainda precisa fazer muito para atender os mais de 30 mil brasileiros que aguardam transplante de órgãos. Mas não basta ter médico, medicamento e hospital capaz de fazer o transplante. O transplante só acontece quando a sociedade participa também&#8221;, disse o presidente da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos, Lúcio Filgueiras Pacheco Moreira.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Hoje os brasileiros podem declarar que desejam doar órgãos pelo Facebook.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">A ideia é promover a intenção de doar órgãos, utilizando o poder das redes sociais.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>O usuário poderá adicionar a opção por ser doador em sua Linha do Tempo e contar as razões pelo qual desejar doar seus órgãos.</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;">Os usuários interessados em ativar a funcionalidade devem navegar pela sua Linha do Tempo e clicar em Evento Cotidiano (na parte superior da linha). Em seguida devem selecionar a opção “Saúde e Bem Estar&#8221; e depois selecionar a opção &#8220;Doador de Órgãos&#8221;. O público que poderá ver a mensagem deve ser escolhido e logo em seguida, a opção salva.</span></p>
<p><span style="color: #000000;"><strong>Declare sua intenção em doar. <strong>Compartilhe essa ideia e ajude a salvar vidas.</strong></strong></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #000000;">Pesquisa/Texto : <strong>Oduvaldo Silva (Sou doador de órgãos)</strong></span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Atitudes do Verdadeiro Amor</title>
		<link>https://www.acaoesuperacao.com.br/atitudes-do-verdadeiro-amor/</link>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2014 22:38:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitudes Positivas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.acaoesuperacao.com.br/?p=430</guid>
		<description><![CDATA[&#160; Assista a um grande exemplo de pureza de sentimentos, que supera as adversidades físicas. A vida oferece momentos de provação dos nossos verdadeiros sentimentos. O Amor é muito mais que um dom, é ter a atitude de “demonstrar” a cada dia e “cultivar” mais e mais para que nunca faleça este dom precioso. É]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="video-wrapper"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/YeDSGVlGpIc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Assista a um grande exemplo de pureza de sentimentos, que supera as adversidades físicas.</p>
<p>A vida oferece momentos de provação dos nossos verdadeiros sentimentos.</p>
<p>O Amor é muito mais que um dom, é ter a atitude de “demonstrar” a cada dia e “cultivar” mais e mais para que nunca faleça este dom precioso.</p>
<p>É a certeza de que sempre a vida pode ser melhor, quando fazemos o bem.</p>
<p>Muitas vezes pequenas atitudes, uma palavra na hora certa e você pode mudar uma vida.</p>
<p>Não existe meio termo, o egoísmo e o egocentrismo não fazem parte de uma vida com amor.</p>
<p>A convivência é um exercício diário da tolerância, do não ao egoísmo, um verdadeiro desafio para que os resultados sejam sempre para o bem.</p>
<p>Não podemos relaxar e descuidar de nossas relações, uns com os outros. É preciso cuidá-las e cultivá-las para que as relações sejam espaço de crescimento das pessoas.</p>
<p>Não devemos descuidar disso!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Pesquisa/Texto: Oduvaldo Silva</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>As Voltas que a Vida dá</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Oct 2014 01:53:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Atitudes Positivas]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; “A vida dá muitas voltas, e o que vai, volta!”. Uma frase comum, dita por muitos e com um significado muito importante ligado a nossa conduta comportamental. Uma atitude mal pensada como um gesto demonstrando indiferença ou arrogância poderá resultar na perda de oportunidade de um ato de gentileza ou colaboração, seja para quem]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="video-wrapper"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/7EgzwtcLyTU" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>“A vida dá muitas voltas, e o que vai, volta!”. Uma frase comum, dita por muitos e com um significado muito importante ligado a nossa conduta comportamental.</p>
<p>Uma atitude mal pensada como um gesto demonstrando indiferença ou arrogância poderá resultar na perda de oportunidade de um ato de gentileza ou colaboração, seja para quem for.</p>
<p>Este vídeo, mostra com clareza que, gentileza gera gentileza, boas atitudes resultam em exemplos de vida e exemplo de comportamento positivo.</p>
<p>As vezes precisamos apenas de um pequeno empurrão para fazermos aquilo que já está em nosso coração. <strong>Precisamos é de Atitude.</strong></p>
<p>A trilha sonora tem letra que revela a importância de nossas ações pessoais. Conheça a tradução:</p>
<p><em><strong>Título: Um Dia</strong></em><br />
<em><strong> Interprete: O cantor de reggae Matisyahu</strong></em></p>
<p><em> As vezes eu deito sob a lua</em><br />
<em> E agradeço a Deu: estou respirando</em><br />
<em> Então eu rezo para que não me leve logo</em><br />
<em> Pois estou aqui por um motivo</em></p>
<p><em>Às vezes em minhas lágrimas me afogo</em><br />
<em> Mas eu nunca deixo isso me desmotivar</em><br />
<em> Então quando a negatividade me carca</em><br />
<em> Sei que um dia isto tudo vai mudar</em></p>
<p><em>Porque, por toda minha vida eu esperei</em><br />
<em> E rezei para que as pessoas digam</em><br />
<em> Que nós não queremos mais lutar</em><br />
<em> Não haverá mais guerras</em><br />
<em> E as nossas crianças vão brincar</em></p>
<p><em>Um dia, Um dia, Um dia, Um dia, Um dia, Um dia</em></p>
<p><em>Isto não é sobre vencer ou perder</em><br />
<em> Porque todos nós perdemos</em><br />
<em> Quando eles se alimentam nas almas dos inocentes</em><br />
<em> Ruas encharcadas de sangue</em><br />
<em> Continue em frente, ainda que contra forte correnteza</em><br />
<em> Neste labirinto você pode perder seu caminho</em><br />
<em> Isto pode leva-lo a loucura, mas não deixe isto te abalar de modo algum</em></p>
<p><em>Às vezes em minhas lágrimas me afogo</em><br />
<em> Mas eu nunca deixo isso me desmotivar</em><br />
<em> Então quando a negatividade me carca</em><br />
<em> Sei que um dia isto tudo vai mudar</em></p>
<p><em>Porque, por toda minha vida eu esperei</em><br />
<em> E rezei para que as pessoas digam</em><br />
<em> Que nós não queremos mais lutar</em><br />
<em> Não haverá mais guerras</em><br />
<em> E as nossas crianças vão brincar</em></p>
<p><em>Um dia, Um dia, Um dia, Um dia, Um dia, Um dia</em></p>
<p><em>Um dia isso tudo vai mudar</em><br />
<em> Pessoas tratando-se como iguais</em><br />
<em> Pare com a violência, acabe com o ódio</em><br />
<em> Um dia todo seremos livres e orgulhosos de sermos iguais</em><br />
<em> Cantando canções de liberdade</em></p>
<p><em>Um dia, Um dia, Um dia, Um dia, Um dia, Um dia</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Preservação e Reciclagem</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Oct 2014 20:54:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Saúde e Meio Ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Nossa sobrevivência, no futuro, depende de ações mais concretas e mais responsabilidade social e ambiental. Sabemos que a cada dia que passa sem nossas ações objetivas, essas riquezas ambientais vão se deteriorando. Consequência de uma exploração descuidada e muitas vezes irresponsável. As atitudes governamentais são importantes e extremamente necessárias, porém, essas atitudes devem ter]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="video-wrapper"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/q0dJSM-Wjxk" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nossa sobrevivência, no futuro, depende de ações mais concretas e mais responsabilidade social e ambiental.</p>
<p>Sabemos que a cada dia que passa sem nossas ações objetivas, essas riquezas ambientais vão se deteriorando. Consequência de uma exploração descuidada e muitas vezes irresponsável.</p>
<p>As atitudes governamentais são importantes e extremamente necessárias, porém, essas atitudes devem ter como ponto de partida, a perfeita consciência de cada um de nós sobre os problemas ambientais que vários de nossos hábitos causam.</p>
<p>Temos que ter atitudes que penetrem a cultura de cada um e se traduzam em medidas globais e organizadas na relação do homem com a natureza.</p>
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		<title>Celular &#8211; O Perigo da Distração</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Sep 2014 02:22:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Uma campanha de conscientização sobre a atenção que as pessoas devem ter ao dirigir automóveis, realizada em Hong Kong, correu o mundo. Uma iniciativa da montadora Volkswagen local em parceria com a rede MCL de Cinemas, foi produzido um vídeo registrando atitudes e reações naturais de usuários espectadores do cinema. Para isso, no cinema]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="video-wrapper"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/akS6BhaPQmY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma campanha de conscientização sobre a atenção que as pessoas devem ter ao dirigir automóveis, realizada em Hong Kong, correu o mundo.</p>
<p>Uma iniciativa da montadora Volkswagen local em parceria com a rede MCL de Cinemas, foi produzido um vídeo registrando atitudes e reações naturais de usuários espectadores do cinema.</p>
<p>Para isso, no cinema foi instalado equipamento com capacidade de identificar os celulares presentes no local e encaminhar mensagem de texto em massa.</p>
<p>Imagens dos espectadores foram coletadas por pessoas da equipe de produção posicionadas em diversos pontos.</p>
<p>Assista ao vídeo e você vai entender a importância dos efeitos dessa campanha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Pesquisa:</em><em> Oduvaldo Silva</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>De Mãos Dadas (Hand in Hand)</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Sep 2014 22:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Superação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; De Mãos Dadas (Hand in Hand) A dança em sua forma mais poderosa. A de superar limites. Esta história de superação, também é a história de conquista de novos espaços e objetivos. Ma Li, uma chinesa treinada como bailarina desde garotinha. Zhai Xiaowei, também chinês que nunca havia dançado. A história dessa parceria tem]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="video-wrapper"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Ll5CTmwKifg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>De Mãos Dadas (Hand in Hand)</p>
<p>A dança em sua forma mais poderosa. A de superar limites.</p>
<p>Esta história de superação, também é a história de conquista de novos espaços e objetivos.</p>
<p>Ma Li, uma chinesa treinada como bailarina desde garotinha. Zhai Xiaowei, também chinês que nunca havia dançado.</p>
<p>A história dessa parceria tem início quando Ma Li, sofre um acidente e perde o braço direito aos 19 anos.</p>
<p>Ela ainda gostava de dançar e queria dançar novamente. Então, Ma Li começou a refazer algumas das suas antigas rotinas, mas com a perda do braço teria perdido também o equilíbrio. Demorou um pouco antes que ela pudesse fazer curvas simples e rodadas sem cair, mas a forma determinada como encarou o desafio trouxe a ela uma nova vida.</p>
<p>Aos 25 anos, competiu no quinto concurso nacional (chinês) artes do espetáculo para os deficientes e ganhou uma medalha de ouro.</p>
<p>Posteriormente, foi convidada para treinar um grupo de dança infantil.</p>
<p>Conheceu Zhai Xiaowei, um rapaz de 20 anos que teria perdido a perna esquerda aos 4 anos de idade em um acidente, e estava sendo treinando para ser um ciclista nos jogos paraolímpicos nacionais da China.</p>
<p>Motivada em encorajá-lo, mesmo sabendo que nunca tinha dançado, propôs ensiná-lo a dançar com ela.</p>
<p>A reação foi imediata: &#8220;dançar com uma perna &#8230;. Você está brincando comigo? De jeito nenhum! &#8221;</p>
<p>Mas, ela não desistiu, e ele concordou relutantemente pensando: &#8221; Eu não tenho mais nada para fazer de qualquer maneira. &#8221;</p>
<p>Não foi um caminho fácil, ambos estavam lidando com o trauma físico e emocional, mas perseveraram e continuaram o treinamento depois de muitos contratempos.</p>
<p>Mas ainda faltava o aperfeiçoamento. Daí, a integração do coreógrafo Zhao Limin que projetou a apresentação “Hand in Hand” (De mãos dadas), que com movimentos especiais, permitia ao Zhai Xiaowei integrar a sua muleta em substituição a perna que faltava e Ma Li voou alto usando uma luva para o braço que faltava.</p>
<p>Essa apresentação valeu a participação entre os finalistas entre os 7.000 concorrentes de uma competição de dança promovida pela CCTV da china, premiados com a medalha de prata.</p>
<p>A apresentação, como pode ser vista no vídeo que disponibilizamos, é simplesmente maravilhosa. Curtam e se emocionem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Pesquisa e Texto: Oduvaldo Silva</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Pintura com a Boca &#8211; Eliana Zagui</title>
		<link>https://www.acaoesuperacao.com.br/eliana-zagui/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Aug 2014 01:50:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Superação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; No nosso julgamento, até hoje, ninguém contou melhor a trajetória de vida da Eliana Zagui do que a Eliane Brum, jornalista, escritora e documentarista. Na sua experiência como jornalista nada escapou aos olhos da bela escritora. Se fôssemos escrever sobre a Eliana Zagui, certamente seriamos influenciados pelo seu belo texto. Por essa razão, e em]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div class="video-wrapper"><iframe src="http://www.youtube.com/embed/6JXG_RhlAnM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>No nosso julgamento, até hoje, ninguém contou melhor a trajetória de vida da Eliana Zagui do que a Eliane Brum, jornalista, escritora e documentarista.</p>
<p>Na sua experiência como jornalista nada escapou aos olhos da bela escritora. Se fôssemos escrever sobre a Eliana Zagui, certamente seriamos influenciados pelo seu belo texto. Por essa razão, e em homenagem a autora, reproduzimos aqui parte do texto publicado de Eliane Brum e conheçam esse exemplo de dedicação, determinação e superação de limites.</p>
<p>Vamos ao texto:</p>
<p>Eliana Zagui tinha 1 ano e 9 meses quando entrou no Hospital das Clínicas de São Paulo. Vinha no colo dos pais, quase morta, numa carona arrumada às pressas, vítima do último grande surto de poliomielite que o Brasil enfrentou nos anos 70.</p>
<p>Assim que deixou o município de Jaboticabal, no interior paulista, o agricultor Tercílio Sitta avisou à polícia rodoviária: “Eu vou correr”. E correu. Era 10 de janeiro de 1976. Eliana viveu. Mas nunca mais deixou o hospital.</p>
<p>Em 23 de março deste ano (2014), ela completou 40 anos – mais de 38 deles passados entre as paredes de uma UTI do Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do HC. Deitada numa cama, sem movimentos do pescoço para baixo, mas com todas as sensações, Eliana descobriu-se Eliana. Reconheceu-se ali, brincou ali, menstruou e virou adolescente ali, viu o melhor e o pior do ser humano ali.</p>
<p>Respirando com a ajuda de equipamentos, com o orifício aberto no pescoço e a cânula da traqueostomia, Eliana formou-se no ensino médio, aprendeu inglês e também italiano, fez curso de História da Arte e tornou-se pintora. Em seu mundo horizontal, Eliana conheceu o amor e também o desespero, tentou o suicídio e testemunhou a morte daqueles que amava. Eliana Zagui fez bem mais do que isso. Criou uma vida.</p>
<p>É essa vida que Eliana nos conta no livro lançado pela Belaletra Editora: “Pulmão de Aço – uma vida no maior hospital do Brasil”. Eliana escreveu a maior parte do livro com a boca, agarrando com os dentes uma espátula de garganta na qual é amarrada uma caneta. “Fiz do meu caderno algo como um saco de soco de lutadores de boxe”, disse ela numa pequena entrevista a esta coluna. “Escrever no papel é algo muito íntimo. Pude chorar, gritar, berrar, xingar, rir e gargalhar das coisas ridículas e saudosas.”</p>
<p>O desejo de agarrar suas memórias a alcançou na forma de uma voz do passado. A voz da enfermeira Fininha. Tão obstinada e magra quanto um ponto de exclamação, o que lhe valeu o apelido, Josefina Aparecida Saccani já tinha encerrado seu turno naquela tarde do verão de 1976. Mesmo assim, continuava no corredor do hospital de Jaboticabal, cidade próxima a Guariba, de onde o casal tinha vindo em busca de socorro para a filha.</p>
<p>Inconformada, Fininha tentava encontrar uma carona para a menina que morreria naquela noite se não conseguisse chegar ao Hospital das Clínicas, na capital. Não havia ambulância disponível em Jaboticabal, nem em Ribeirão Preto, e o prefeito de Guariba dissera, em resposta ao pedido de ajuda do pai de Eliana: “Não conheço nenhuma família Zagui”.</p>
<p>Depois de muitas tentativas e um número equivalente de “nãos”, a enfermeira esbarrou com seu vizinho Tercílio, que havia levado um funcionário ao hospital para suturar a mão. Implorou por uma carona. E Tercílio, ao contrário do prefeito, escutou. Foi para casa, tomou um banho, avisou a família, botou os Zagui no banco traseiro do Ford Belina e tentou voar pelos 350 quilômetros que separavam Jaboticabal de São Paulo, a morte da vida.</p>
<p>Em setembro de 2002, quase três décadas depois, Eliana atendeu ao telefone e escutou a voz de Fininha. A enfermeira nunca soube o nome da menina cuja vida salvou. Mas jamais foi capaz de esquecer a garotinha loira de olhos tristes. Foi perguntando, perguntando e, 26 anos depois, conseguiu localizar Eliana numa UTI do Hospital das Clínicas. A voz de Fininha devolveu o passado à mulher que Eliana havia se tornado. E ela percebeu que precisava se adonar de sua história para seguir adiante.</p>
<p>Assim começou o livro. E continuou quando os editores Ana Landi e Eduardo Belo, os dois jornalistas que criaram a Belaletra Editora, perguntaram a Eliana: “Você quer mesmo publicar um livro?”. Eliana respondeu: “Quero. E tenho até o título: Pulmão de Aço”. Pulmão de Aço é uma máquina grande, parecida com um forno, onde pessoas com insuficiência respiratória eram colocadas, ficando só com a cabeça de fora.</p>
<p>Eliana foi enfiada lá por cinco dias quando chegou ao HC. Para ela, porém, não funcionou. Teve de fazer a traqueostomia e ligar-se para sempre a um respirador artificial. “Minha capacidade de sobrevivência fora do aparelho de respiração é bem limitada. No máximo três ou quatro horas. Aprendi já crescida a respirar com o que me resta dos pulmões – e isso exigiu grande esforço”, conta no livro. Devagar, porém, foi descobrindo que em seu corpo frágil e insuficiente morava mesmo um pulmão – e uma vontade – de aço. O pulmão resistia aos pedaços – a vontade, por inteiro.</p>
<p>Eliana nunca teve dúvidas sobre o título do livro. Mas tropeçou algumas vezes na escrita. “Estagnei por uns três ou quatro anos, pois o assunto que estava escrevendo era sobre a Eliana mulher, a Eliana desejo, a Eliana apaixonada e a Eliana ‘sexo’”, conta. “Embora o sexo esteja um pouco mais liberal, ainda é um tabú para as mulheres e homens que têm alguma deficiência física. Muitos ainda nos veêm como seres assexuados e intocáveis para uma relação amorosa. Não queria que ficasse uma coisa besta e boba de uma menina, adolescente, moça, mulher apaixonada que só vive no mundo da lua e que espera um príncipe, num cavalo preto ou branco, que jamais existirá e chegará ao quintal do HC.”</p>
<p>Eliana só pode contar com a boca para escrever, pintar, virar as páginas dos livros, manusear o celular. Por isso, quando a escrita de suas memórias começou a causar muitas dores nos dentes e no maxilar, o dentista foi peremptório: ela precisava continuar a escrever no computador. Depois de muita briga, Eliana passou a digitar em um notebook. Ainda que seja com a boca, com a ajuda da espátula e da caneta, a pressão sobre os dentes e o maxilar é menor ao apertar as teclas do que ao forjar letras no papel. “Escrever no computador é algo muito frio e mecânico demais, mas, infelizmente, não tive outra opção. Continuar a escrever o livro no computador foi uma droga, no início. Eu não continuei de onde parei no caderno, eu digitei tudo o que já tinha escrito e continuar daí é que foi horrível.” Eliana continuou. Ela sempre continua.</p>
<p>Ao continuar, recuperou mais do que o seu passado. Devolveu uma alma ao que tinha sobrado apenas como estatística. Entre 1955 e o final da década de 70, houve 5.789 internações por pólio no Hospital das Clínicas. De todas as crianças atingidas com severidade, sete restaram na UTI do Instituto de Ortopedia e Traumatologia. Restaram porque não melhoraram o suficiente para voltar para casa, restaram porque não pioraram o suficiente para morrer. Paralisados de quase tudo, em camas lado a lado, estes sete cresceram e adolesceram entre as paredes do hospital: Pedro, Anderson, Tânia, Luciana, Cláudia, Paulo, Eliana. E foram morrendo, não apenas porque o corpo se tornava cada vez mais devastado pela paralisia, pela insuficiência respiratória e pelas infecções, mas porque era brutal se tornar adolescente numa cama.</p>
<p>Em 1996, Cláudia morreu. Era a melhor amiga de Eliana. Quando a noite cobria o hospital com um frio que não podia ser medido por termômetros, as duas meninas pediam às enfermeiras para botar a mão de uma sobre a mão da outra, já que não conseguiam se tocar por si mesmas. E assim atravessavam as madrugadas de gelo e de medo. Desde que Cláudia se foi, sobraram apenas Eliana e Paulo Henrique Machado.</p>
<p>Paulo Henrique Machado, o melhor amigo de Eliana e o único que sobreviveu além dela, na infância no hospital. Na cama, o pequeno Pedro, que morreria em 1992. Hoje, aos 46 anos, Paulo tornou-se designer gráfico e começa a trabalhar com filmes de animação.</p>
<p>Seguiram os dois, tendo apenas um e outro e uma família mutante de médicos, enfermeiros e auxiliares de enfermagem – alguns notáveis, como “Pai Giovani”, “Tia Lu” e Fernando Flaquer, outros desprezíveis, como em qualquer família. Eliana e Paulo prosseguiram agarrados ao fio escorregadio de uma vida em que o ar é garantido por máquinas – decididos a arrancar dos dias uma existência subjetiva. Ainda que dentro – deles e da UTI.</p>
<p>Tanto Eliana quanto Paulo poderiam viver em casa, com o apoio do hospital, se tivessem uma família para onde ir. Essa possibilidade nunca chegou perto de virar realidade. As visitas dos familiares são raras – e sem abraços. “Pulmão de aço” é o livro de Eliana, mas também é de Paulo. Ele está presente na maioria das páginas e, mesmo quando há silêncio, Paulo escorre das letras. Com sonhos de cinema, Paulo tornou-se designer gráfico e hoje começa a trabalhar com animação digital. Agora mesmo, Paulo e Eliana estão lá, a cama de um diante da cama do outro. Entre quatro paredes de uma UTI, enquanto nas salas ao redor a vida de outros se encerra. Juntos, eles desafiam as estatísticas da medicina, a textura de graveto dos ossos, seus pulmões exaustos, o abandono, a falta, as ausências. Eliana e Paulo vivem porque desejam. O ar lhes falta, mas a vida eles engolem às golfadas.</p>
<p>É por isso que este não é um livro de pena. Perguntei a Eliana que repercussão ela esperava de “Pulmão de Aço” e me deparei com uma personalidade forte e um olhar agudo: “O que fica muito latente, em todo ser dito ‘normal’, é o vício de linguagem, ao dizer: ‘Você é um exemplo de vida’. Penso que todo ser humano, além de ser exemplo de vida ao seu modo, tem que viver na prática o exemplo que é. Mas não só para se beneficiar do outro porque se livrou de uma depressão, de uma tentativa de suicídio, das desgraceiras que poderia ter feito caso não tivesse ouvido uma história como a minha e a de Paulo, ou a de qualquer outro deficiente. Não somos bengalas e nem amuletos da sorte”.</p>
<p>Este não é um livro de pena porque Eliana não permite que seja. Ela diz: “O tamanho de minha ansiedade não é possível numerar em grau, pois oscila bruscamente tanto para 0,00000% como para 3.000,000000001%. É uma contagem louca e muitas vezes sem nexo, como tenho brincado nesses últimos tempos. Lançar meu primeiro livro e ainda ser no próprio hospital em que vivo há (quase) 37 anos é uma cesariana megaprogramada. Embora estarei rodeada de médicos, das mais variadas especialidades – enfermeiras, técnicos de enfermagem, todas as especialidades que há dentro desse Instituto de Ortopedia e Traumatologia – o parto será só meu. Como o Paulo disse, outra pessoa não poderia escrever essa história, pois só eu vivi, chorei, gritei, aprendi e cresci junto com ele e com os outros que também foram nossa família, mas Deus levou”.</p>
<p>Eliana e Paulo, sempre às voltas com o comprimento da vida, tornaram-se capazes de dar largura à sua existência. Na apresentação do livro, em letra cursiva, Eliana diz: “Se fisicamente não posso andar, em minha mente sou capaz de voar sem limites”. E ela, assim como Paulo, voa.</p>
<p>Acredito que a escrita, se tem uma função, não é a de apaziguar o leitor. A escrita tem de perturbar, cutucar, às vezes até ferir para lembrar que somos vivos, que sangramos e que nossa história está sempre em curso. Acho que o livro escrito por Eliana Zagui faz isso. Arranca-nos do lugar e nos leva para um universo que, sem a narrativa, jamais alcançaríamos. É por isso que é um bom livro. Porque Eliana Zagui tem uma história (e que história!) para contar. E a contou com verdade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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